PSol Ceará 50 - Partido Socialismo e Liberdade

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Juventude
Juventude realiza seminários para formular programa Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Sex, 28 de Maio de 2010 10:52

Última atualização em Sex, 28 de Maio de 2010 10:52
 
Exposição “Em movimento” traz imagens das lutas travadas durante 2009 Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qua, 24 de Fevereiro de 2010 11:10

Mãos unidas ao alto, pés que cruzam longos caminhos, sorrisos que revelam a coragem nutrida pela luta. A manifestação em defesa da meia estudantil e contra o aumento da passagem do ônibus; o ato contra o aumento da tarifa energética; a votação do Projeto de Lei que protege as dunas do Cocó; a ocupação Raízes da Praia; o Grito dos Excluídos. Tais gestos e atos que revelam a ação e a resistência do movimento social cearense foram registrados pelo fotógrafo Dudu Viana ao longo do ano de 2009 e, agora, podem ser conferidos na exposição “Em movimento”, que será inaugurada na próxima sexta-feira, 26, às 18h30, na sede do PSOL-Ceará.

Para além de um espaço de contemplação, “Em movimento” forja-se como um convite à reflexão acerca das lutas travadas e dos desafios que estão postos a todos que desejam construir uma nova sociedade. Por isso, durante o lançamento da exposição, haverá um debate sobre a atuação dos movimentos sociais com a participação do advogado Renato Roseno e da integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Joyce Ramos.

Completando a mistura de linguagens, a noite contará com a apresentação da percussão da Brigada de Agitação e Propaganda Antônio Conselheiro (MCP) e do DJ Iorran Aquino, que apresentará uma série de músicas ligadas à temática da transformação social.

Você é nosso/a convidado/a. Participe!

 

Serviço:

Abertura da exposição “Em movimento”, de Dudu Viana, seguida de debate e apresentação musical.

Data: 26/02, a partir das 18h30

Local: Sede do PSOL-CE (Av. Imperador, 1397 – Centro)

Telefone: (85)3254.5150

www.psolceara.org.br

Última atualização em Qua, 24 de Fevereiro de 2010 11:17
 
Lançamento da campanha "Contra a criminalização da juventude, da pobreza e dos movimentos sociais" Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Sáb, 05 de Dezembro de 2009 15:56

A juventude do Partido Socialismo e Liberdade se coloca, mais uma vez, ao lado das/os lutadoras/es sociais (juventudes, mulheres, negras/os, LGBTs, trabalhadoras/es, indígenas) e convida todas/os a participar desse espaço de debate e construção de uma saída para combatermos as imposições da ordem do capital rumo a uma sociedade livre e socialista.

Lançamento da campanha contra a Criminalização da Juventude, da Pobreza e dos Movimentos Sociais  + Debate: 08/12, terça-feira,às 19h, na Sede do PSOL

Última atualização em Seg, 04 de Janeiro de 2010 09:31
 
Nota Contra a Criminalização da Juventude, da Pobreza e dos Movimentos Sociais Imprimir E-mail
Escrito por Helena Martins   
Qui, 26 de Novembro de 2009 08:42

A irracionalidade capitalista ganha nítidos contornos com a barbárie cotidiana nos grandes centros urbanos. O Brasil está entre os primeiros no ranking de homicídios violentos, e os municípios com maiores índices encontram-se na zona de expansão da fronteira agrícola, o que os vincula a conflitos fundiários. A explosão dos índices dessa violência resulta dos anos de desemprego em massa, do aumento da precarização do trabalho, da diminuição de salários, da ausência de políticas efetivas de proteção social e dos cortes nos gastos públicos essenciais – como saúde e educação.

Tornaram-se corriqueiras nos telejornais as ações da polícia em sua “guerra particular” com o narcotráfico. A resposta do poder público para garantir a “segurança” da sociedade é o aumento da violência policial contra a ação dos “criminosos”. Esse posicionamento tem ignorado direitos civis ao marginalizar a maioria da população que mora nas periferias das cidades. Uma verdadeira “higienização” social está ocorrendo, e o maior número de vítimas fatais dessa “política de segurança” é de jovens entre 15 e 24 anos, pobres e negros.

Políticas como o Toque de Recolher praticado nos bairros da periferia de Fortaleza, tentam jogar para adolescentes e jovens a responsabilidade pela criminalidade quando esses são as vítimas. Os mesmos grupos econômicos que controlam a política cearense, também controlam os meios de comunicação. Cerca de 14 horas da programação televisiva dos canais abertos são destinadas aos programas policiais. Financiados, em grande parte, por empresas de segurança privada, noticiam assaltos, latrocínios, sequestros e estupros. Essa “indústria do medo”, além de garantir votos, difunde como solução para a violência - fruto das contradições dessa sociedade - o aumento do aparato repressivo, o encarceramento em massa, a diminuição da idade penal, a pena de morte, além de deturpar o conceito de direitos humanos.

Outro fato que está ganhando destaque na mídia em geral é a “violência” dos movimentos sociais. No ano passado, a justiça do Rio Grande do Sul qualificou o MST como uma “quadrilha”, tentando o enquadrar na Lei de Segurança Nacional fruto da Ditadura Militar. Desse modo, fechou suas escolas itinerantes e propôs a extinção do movimento, contribuindo para a construção de uma suja campanha dos meios de comunicação contra a luta dos sem terra.

A tentativa de instaurar uma CPI do MST é outra ação da ira dos inimigos da reforma agrária. A ofensiva reacionária não se restringe a esse movimento, vários militantes de outras organizações estão sendo perseguidos. No Ceará, são inúmeros os casos de ecoambientalistas processados judicialmente por empresas, assim como sindicalistas intimidados pelo poder público.

Essa série de ataques aos movimentos sociais expressa o objetivo da classe dominante: suprimir o direito de existência e expressão de qualquer organização que enfrente a ordem vigente. É no mínimo contraditório que durante o governo Lula, apoiado por muitos movimentos sociais, esses mesmos movimentos sejam tão marginalizados. No entanto, essa contradição se resolve ao lembramos que esse governo vem retirando direitos das/os trabalhadoras/es, propondo o fim do direito de greve das/os servidoras/es públicas/os e aliando-se ao agronegócio, contrário ao MST.

Somando-se a isso, as quatro grandes instituições de poder do Estado capitalista (Executivo, Legislativo, Judiciário e grande mídia, controlada por apenas 11 famílias) estão estruturadas para defender a propriedade privada e a ordem burguesa.

Toda a política de “segurança” e habitação, seja do Governo Lula, Cid Gomes ou Luizianne, não visam à superação dos contrastes sociais, mas sim construir um ambiente urbano propício à especulação imobiliária e à marginalização cada vez maior da pobreza. Naquelas situações onde a burguesia tiver que conviver com a pobreza, caberá à violência policial, midiática e judicial se responsabilizar pela “segurança dos cidadãos civilizados”.

Nesse sentido, o Partido Socialismo e Liberdade se coloca ao lado de todas/os que sofrem com as injustiças sociais, e que, por lutarem contras as mesmas, são criminalizadas/os. Acreditamos que só a unidade do conjunto das/os lutadoras/es, formando uma frente contra a criminalização da juventude, da pobreza e dos movimentos sociais, é a saída para combatermos as imposições da ordem do capital rumo a uma sociedade livre e socialista.

Participe dos debates!

Vídeo-debate (O Cerco da Bezerra) com João Alfredo e MST: 03/12, quinta-feira, às 19h, na Sede do PSOL

Lançamento da campanha contra a Criminalização da Juventude, da Pobreza e dos Movimentos Sociais  + Debate: 08/12, terça-feira,às 19h, na Sede do PSOL

 

 

 

Última atualização em Qui, 26 de Novembro de 2009 08:51
 
"Se a passagem aumentar, Fortaleza vai parar!" Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qua, 01 de Abril de 2009 18:23

Foi com essa palavra de ordem que o movimento estudantil ocupou as ruas do centro de Fortaleza, na última segunda-feira, 30 de março. A atividade foi mobilizada pela "Frente de Luta Contra o Aumento da Passagem e a Limitação da Meia" composta por PSTU, PSOL, ORL, MCP, TTM, anarquistas e estudantes independentes.


O ato contou, em média, com a participação de 600 estudantes (dado não oficial) saindo do CEFET em direção a Praça da Bandeira, onde se juntou a diversas organizações, para compor o ato unificado do dia nacional de luta contra a crise do capitalismo, e seguiu até a Praça do Ferreira gritando palavras de ordem que chamavam a atenção para o aumento da passagem, a limitação da meia cultural e o passe livre.

Última atualização em Qua, 01 de Abril de 2009 18:36
 


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